SINTEGRAÇÃO SOBRE ABERTURA

Rodada 1 - Debatedora
Tópico: Discutir as possibilidades de interfaces com as quais as próprias pessoas engajem para dar continuidade na produção (como proposto por Haque).

Esse primeiro foi bem confuso, não deu tempo de muita coisa porque estávamos confusos, mas falamos bastante sobre o tema que vem sendo tratado em aula de objetos interativos, que as obras e as produções estimulem a participação de quem as vê e que vá para além do campo da contemplação.

Rodada 2 - Debatedora
Tópico: Discutir a possibilidade da magia pela experiência e não da mágica pelo truque (ou seja, pela ignorância dos processos), como recurso para promover a abertura ao outro (conforme indicado nos textos de Flusser, Haque e Gullar).

Começou a ficar mais legal a dinâmica, tivemos uma discussão muito voltada para o vivenciar a magia e ser parte dela é mais instigante que apenas ver os tradicionais truques, usamos o exemplo que foi mostrado em aula, da projeção que é revelada pela sombra das pessoas, para falar exatamente sobre o quanto a interação e o participar torna essa arte mais instigante, e a magia está exatamente na experiência, é muito legal saber que você pode mudar algo na arte e a intenção é sua participação. Eu, particularmente, ficaria um tempão fazendo sombra naquelas projeções.

Rodada 3 - Crítica
Tópico: Problematizar a proposta de obstáculo no contexto de abertura de possibilidades

Esse debate foi bem interessante e o mais produtivo de todos, os debatedores discutiram muito bem o tema, a discussão foi muito voltada para os obstáculos que os próprios objetos geram em si. A partir da terceira rodada eu me senti menos perdida, então, as coisas que anotei que vieram na minha cabeça durante a discussão foram: a padronização e os obstáculos que ela gera, sendo um grande gerador de restrições e o quanto a automatização das coisas limita a criatividade e a liberdade das pessoas atualmente.

Rodada 4 - Observadora 
Tópico:Discutir como passar da experimentação estética com a abstração na tela bidimensional para o não-objeto no espaço tridimensional e, mais além, na direção da interatividade-interativa

Então, o que lembro desse e anotei... A contemplação quando a arte está fora do papel é mais interessante e convidativa, pois foge apenas do olhar, ter a oportunidade de participar, interagir é mais instigante, ainda mais quando o objetivo é promover essa interação, o não-objeto tridimensional chama mais atenção das pessoas, fugindo da tradicional arte enquadrada. 

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